Resposta curta
- Abra o relatório de gastos do período que quer analisar.
- Separe os gastos por categoria: pessoal, fornecimentos, rendas, transporte.
- Compare o gasto atual com o orçamento e com o mesmo período do ano passado.
- Investigue os desvios maiores e encontre a causa antes de agir.
- Registe as conclusões e as ações decididas, para verificar no mês seguinte se o gasto desceu.
Conceitos úteis
- Custos fixos não variam com o volume de vendas; custos variáveis crescem com ele.
- O ponto crítico de rentabilidade indica as vendas mínimas para cobrir os custos.
- Centros de custo permitem distribuir gastos por departamento ou por projeto.
- O desvio orçamental é o gasto real menos o gasto previsto.
- Custos com pouco peso mas com crescimento rápido merecem tanta atenção como os grandes, porque podem tornar-se relevantes em poucos meses.
Exemplos práticos
- Por exemplo, o departamento de informática excedeu o orçamento em 35%, e o detalhe mostra três licenças que não estavam previstas.
- Por exemplo, o custo com transporte subiu 12%, e a análise revela um combustível mais caro e uma nova rota.
- Por exemplo, comparam-se o primeiro trimestre deste ano e do anterior para ver se o custo por venda desceu.
- Por exemplo, ao separar as despesas por centro de custo, a gerência percebe que um projeto pequeno consome mais tempo e material do que o seu preço justifica.
- Por exemplo, com rendas de 3 000 €, pessoal de 24 000 € e transporte de 4 500 € num mês, a gerência percebe que o transporte cresceu mais depressa e analisa esse gasto em primeiro lugar.
Erros frequentes
- Analisar os custos só uma vez por ano, quando o problema já é grande.
- Lançar todos os gastos numa só conta, sem categorias.
- Não ter orçamento de referência para comparar.
- Cortar despesas ao acaso, sem saber quais delas trazem retorno.
- Comparar meses com um número diferente de dias úteis sem ajustar, e tirar conclusões erradas sobre a evolução dos custos.
Como o 4softerp ajuda
- Lançamentos de compras e de gastos classificados no plano de contas de grupo, por categoria e por empresa.
- Balancete de cada período, para comparar o gasto real com o orçamento e com o período anterior.
- Documentos de compras no mesmo sistema da contabilidade, para chegar da conta à fatura que originou o gasto.
- Consolidação do grupo, para ver os custos de todas as empresas em conjunto.
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