Resposta curta
- Defina um stock mínimo e um stock máximo para cada artigo importante.
- Some ao consumo médio o prazo de entrega do fornecedor para saber quando encomendar.
- Reveja semanalmente a lista de artigos abaixo do mínimo.
- Ajuste os mínimos nas épocas altas e baixas do seu negócio.
- Registe as roturas que acontecerem, com a data e o artigo, para rever os mínimos com base em casos reais.
Contexto operacional
- O ponto de encomenda depende do consumo por dia e do prazo de entrega do fornecedor.
- Um stock de segurança cobre atrasos do fornecedor e picos de procura.
- A sazonalidade muda o consumo: o mínimo do verão pode não servir para o inverno.
- Um artigo com poucas saídas e muito stock também é um problema: prende dinheiro.
- Os artigos de maior valor ou de maior rotação merecem uma revisão mais frequente do que os de consumo ocasional; uma classificação simples por importância ajuda a organizar o trabalho.
Exemplos práticos
- Por exemplo, um artigo sazonal tem o mínimo aumentado nos meses de maior venda e reduzido depois.
- Por exemplo, para um material com entrega em 7 dias, o ponto de encomenda cobre o consumo de 10 dias.
- Por exemplo, num artigo de venda irregular, o gestor define um stock de segurança com base nos últimos meses.
- Por exemplo, um retalhista analisa as vendas dos últimos 12 meses e ajusta o mínimo de cada artigo antes da época alta.
- Por exemplo, um artigo vende em média 15 unidades por semana e o fornecedor demora duas semanas: encomendar quando restarem 30 unidades, mais o stock de segurança, evita ficar sem mercadoria.
Erros frequentes
- Usar o mesmo stock mínimo o ano inteiro, ignorando a sazonalidade.
- Ter a lista de artigos abaixo do mínimo e não a rever.
- Encomendar quantidades tão pequenas que a rotura volta pouco depois.
- Basear o mínimo apenas na intuição, sem olhar para o histórico de consumo.
- Esquecer que um atraso do fornecedor prolonga o prazo: a encomenda feita “à justa” deixa o armazém vazio durante uma semana.
Como o 4softerp ajuda
- Stock atual por artigo e armazém, para comparar com o mínimo que definiu e ver o que está perto de acabar.
- Encomendas a fornecedores registadas e acompanhadas até à entrada da mercadoria no stock.
- Histórico de vendas e de compras por artigo, base para calcular o consumo médio e o stock de segurança.
- Relatórios de stock para ordenar as compras por urgência, começando pelos artigos mais críticos.
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